Como promover saúde com inclusão? Descubra porque acessibilidade em clínicas é essencial

Fundo Roxo. Nosso tradutor virtual Hugo está no centro da imagem, de braços cruzados, com roupas de saúde (máscara, protetor no cabelo e pijamas). Está em frente a um computador.

Garantir o acesso à saúde para pessoas com deficiência é uma necessidade urgente, e uma responsabilidade coletiva.

Se por um lado ela é apoiada tanto na legislação brasileira (LBI – Lei n. 13.146/2015), quanto pelo Juramento de Hipócrates (voto feito por médicos e médicas ao concluírem seus estudos); por outro, pessoas com deficiência (PCDs) não conseguem chegar até estes profissionais da saúde por falta de acessibilidade em clínicas, hospitais, laboratórios e outros locais do segmento.

Esta, que deveria estar no planejamento desde o início, muitas vezes é desconsiderada por administradores e equipe médica.

A verdade é que a inclusão na saúde beneficia tanto às pessoas atendidas quanto aos profissionais da saúde, devido à ampliação do público e ao posicionamento no mercado. Mas como colocar isso em prática? Por que é tão essencial? Confira as respostas lendo esse artigo até o final!

O respeito à vida e a humanização devem refletir positivamente na saúde integral do paciente. Segundo a LBI (Lei Brasileira de Inclusão), os principias artigos relacionados aos direitos da saúde da pessoa com deficiência são:

Art. 24 – Prevê que unidades de saúde públicas e privadas devem ser acessíveis física e comunicacionalmente, inclusive com recursos de tecnologia assistiva.

Art. 26 – Assegura o acesso a informações em formatos acessíveis sobre diagnóstico e tratamento.

Mesmo assim, quando pensamos em clínicas acessíveis, normalmente pensamos em rampas para pessoas com locomoção restrita, pisos táteis para pessoas cegas ou com diferentes deficiências visuais, entre outras aplicações estruturais.

Estas são importantes — mas confira os tipos de acessibilidade que podem ser implementadas:

Acessibilidade arquitetônica

Instalações de rampas, elevadores e pisos táteis devem fazer parte de qualquer clínica.

Acessibilidade atitudinal 

Não basta ter uma clínica inclusiva se os profissionais da saúde não promoverem a inclusão . Este tipo de ação faz referência ao cuidado com os vieses inconscientes e com a luta contra o capacitismo — muitas vezes, inclusive, amparado por informações médicas antiquadas.

Acessibilidade comunicacional

A comunicação deve ser a mais clara possível em toda a jornada do paciente, desde a recepção até o compartilhamento de informações médicas, com intérprete de Libras no local e vídeos também com intérpretes, legendas e possibilidade de audiodescrição nas instalações da clínica.

Esta também abrange o site da clínica, que deve ser o mais inclusivo possível. Afinal, muitas vezes a porta de entrada do seu público é por meio dele!

» E tem muitos outros tipos! Conheça todos em Acessibilidade: exemplos, tipos e como se enquadrar às normas?

Grande parte das clínicas têm forte presença online (inclusive, consumidores estranham clínicas que não têm!).

E, se tem presença, tem que ter inclusão — mesmo no digital! Nesse caso, é hora de analisar o site e fazer algumas perguntas: 

  • 🔹O portal da minha clínica está passando as informações médicas de forma clara? 
  • 🔹Ele possui acessibilidade e conforto para pessoas com deficiência diversas?
  • 🔹Há alternativas visuais e auditivas para todos os usuários?

Se a resposta for “não” para alguma destas dúvidas, a clínica não somente tem um site excludente, mas também transmite que não está preparada para receber pacientes com deficiência em consultas presenciais ou online. 

Mas, felizmente, existe uma maneira de dar o primeiro passo e mudar esse cenário… Continue lendo para descobrir como!

» Leia também: Janeiro Branco e a saúde mental das Pessoas com Deficiência

Líderes do segmento médico, como Dasa, Libbs, Merck e Odontoprev já contam com o Hand Talk Plugin, solução que torna seus sites acessíveis. E possuem resultados impactantes. 

Com apenas um clique, o paciente consegue obter informações traduzidas em Libras (Língua Brasileira de Sinais), além de realizar ajustes visuais, de movimento e cores — muito utilizadas por pessoas surdas, com deficiência visual ou autismo. 

Agora que você compreendeu a importância de incluir pessoas com e sem deficiência no seu negócio – tanto digital quanto presencial -, que tal tornar sua clínica um exemplo de respeito, acolhimento e responsabilidade social?

Fale com especialistas que entendem o seu segmento!